sábado, 30 de março de 2013

O MÁGICO MANDRAX E A MANDRÁGORA, por artur felisberto.

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Figura 2: En France, il y eut également dans les années 50 un illusionniste surnommé Mandrax qui, lui, s'inspira directement de la BD de Falk et Davis: Mais revenons au plus célèbre des illusionnistes, Mandrake, le seul, le vrai. Figura 3: Mandrake le Magicien!

Mandrágora. s. f. género de plantas solanáceas com propriedades «narcóticas» e venenosas.

«Mandrágora» < Lat. mandragora < Gr. mandragóras < Mean Thrakura > (Min) Drácula, o senhor dos mortos vivos.

Assim, deve ter existido uma crença mítica de tal modo poderosa entorno das propriedades narcóticas de certas plantas e venenos, como os da mandrágora, que, de forma subliminar, o seu nome permanece ligado ao mito de Drácula, ao nome do conde dos «vampiros» [< Al. wampir (< Serv. upir, sanguessuga ???) < Wanphyr, «o que transporta Venus/Pan < Tan < Kian»???], o paradigma ocidental do efeito de morte aparente idêntico ao dos zumbis africanos, em resultado da ingestão do veneno da mandrágora.

Etruscan ampill 'May' can be split into am and pill. The component am of the Etruscan name is comparable with the name of the Indo-Aryan god Yama 'the owner of the world of the dead' associated with the Indo-Aryan god Varuna (according to P.A.Grintser, Yama, 1992). Second part of the Etruscan name - pill is comparable with the verb pil - 'was drinking' and some scholars think that is comparable with the German Vampir and Russian upyr' 'vampire'. The common part of both words is the form pir, coming from Russian root bir: zabirat', brat' 'to take'. The latter term is related to Old Indian bharati 'he carries, takes away' (M.Vasmer Etimologichesky slovar' russkogo yazyka. Vol. 1. Moscow: Progress-1986: page 159). ---[1]

Depois da queda do muro de Berlim o orgulho eslavo teria que retroceder da esfera domínio do materialismo dialéctico para o pan-eslavismo passadista do sec. XIX. A verdade é que, tal como no pangermanismo a mistura explosiva dum racismo de fraco suporte étnico com uma tradição cultural mais mítica do que real acaba por redundar num fraco suporte teórico para interpretações etimológicas que permitem afinal colocar o centro do começo indeterminado do mundo linguístico em qualquer cultura antiga local. A Rússia actual partilha territórios que foram mais ou menos intensamente colonizados e prolongadamente influenciados pela cultura peri-mediterrânica neolítica glosada e transformada pelas mais variadas culturas imperiais antigas de que o czarismo dos Romanof foi a última herança recebida do império bizantino. Aliás, nem terá sido por mero acaso que o nome de família dos últimos czares da santa Rússia significava literalmente «filhos do romanos»!

Recolocada a questão na sua real dimensão geo-histórica, a conotação étmica da raiz -pill com uma mistura conceito de «deuses da morte», vampiros e acção de transporte faz sentido no conjunto mais universal e coerente da mitologia antiga que era o conceito mítico de deuses de transporte solar e das almas! De certo modo, descobrimos então que o «vampiro» terá sido apenas um dos muitos animais de transporte das almas, quiçá aliás o mais adequado por ser animal nocturno, peludo como os humanos, e cavernícula como eram quase todos os locais arcaicos de culto dos mortos.

Voltaire, escreveu uma longa entrada sobre vampiros no seu Dicionário Filosófico. Dessa obra faz parte a seguinte definição de vampiro: "Estes vampiros eram corpos que saem das suas campas de noite para sugar o sangue dos vivos, nos seus pescoços ou estômagos, regressando depois aos seus cemitérios." (...)

Os vampiros têm aparições antiquíssimas na mitologia de muitos países, principalmente dos da Europa, (leste europeu) e os do antigo oriente próximo, na mitologia da Suméria e Mesopotâmia, onde surge como filho de Lilith, se confundindo com Incubus. Nas primeiras lendas sobre vampiros eles se transformam em cães ou lobos (na Europa não existem morcegos hematófagos e essa associação só passou a existir depois da criação de Drácula); em muitas das lendas antigas eles se transformavam nas noites de lua cheia, o que permite pensar que a lenda do Lobisomem tenha um fundo comum.

«Vampiro» < Al. wampir (< Serv. upir, sanguessuga ???) < Wanphyr, «o que transporta Venus/Pan < Tan < Kian»??? ou então,

«Vampiro» < Phan-Kyros < *Kian-kauros => Centauros.

De facto, os Centauros não são senão variantes modernas do arcaico animismo de que a licantropia era, até há bem pouco tempo, a variante mediterrânica mais comum.

 

Ver: HELIOS SKOTAIOS (***)

 

Sendo assim, a descoberta do étimo russo –bir nesta análise semântica mais não faz do que confirmar a etimologia muito mais arcaicas que vão do sumério kar ao greco-latino -pher que remontam aos deuses de transporte solar de que Apolo e os Egípcios Aker e apher foram expoentes. De resto, Apolo pode ter tido a variante Ampher de que derivou o nome de Amper que deu luz à força da electricidade! E quem diz Ampher diz Embilllu, um dos filhos de Enki, de que derivariam o nome do êmbolo e/ou da ampola.

No entanto, o que seria mais obvio seria reparar na semelhança fonética entre o nome etrusco Ampill para o mês de Maio e o nome latino Abril do mes que antecede Maio. Em primeiro lugar, Ampill é seguramente o mesmo filho acádico de Enki, Embillu.

Etrusc. Ampill = Maio. Etrusc. Capre = April.

Em segundo lugar, a semelhança entre o nome latino do mês de Abril e o nome etrusco do mês de Maio poderia induzir a suspeição de que o nome Aprillius teria derivado do mesma cultura etrusca de mistura com uma confusão entre deuses tutelares de meses o que não teria correspondido necessariamente nem a um mal entendido relacionado com as exigentes técnicas de astronomia da época mas a uma mera subversão religiosa. A verdade é que se sabe que o final do império hitita foi pródiga em rearranjos nos confusos panteões do império tendo mesmo havido uma reformulação geral no reinado de Tudália IV.

A ter havido contaminação do calendário latino esta terá sido apenas por ressonância fonética porque a estrutura semântica manteve-se prodigiosamente conservada! De qualquer modo, à época dos “povos do mar” ainda o nome do mês de Abril era assim porque se manteve no gaélico irlandes Aibre-án!

Acadic. Embillu < *Enki-lu > Amphillu > Etrusc. Ampill

            Capre < Kaphri + lu < Ka-Karillu > Sacar-ru => «Caralho».

Aibreán < Abri(l)-an ó «Abril» < Hawril ó Haphrillu < Aphri-lu-ish, as festas duma deusa virtual denominada *Afris? esposa de Africus ou Zéfiro.

Africus (< *Afrish < ) = The Roman personification of the south-western wind.

AFRIET = Monstruo arabe semejante a Medusa o Lamia, que merodeaba por la tierra para satisfacer las veleidades humanas.

Aparentada com *Afris teria estado < (An) Kaurish (> Ishtar) < Afri-Kiki + An => Afrodite!

Seja como for, deve ter existido uma crença mítica de tal modo poderosa em torno das propriedades narcóticas de certas plantas e venenos como os da mandrágora que, de forma subliminar, o seu nome permanece ligado ao mito de Drácula, ao nome do conde dos «vampiros», paradigma ocidental do efeito de morte aparente idêntico ao dos zumbis africanos, em resultado da ingestão do veneno da mandrágora.

Então, não podemos subestimar a virtualidade da existência na cultura antiga de uma poção mágica relacionada com a «mandrágora» ou/e com o veneno das cobras capaz de produzir «mortes aparentes» com os mesmos efeitos fantásticos que foram fatais a Romeu e Julieta e em muitos outros casos tão trágicos quanto reais ou fantasmagóricos, relacionados com o receio, ainda presente no subconsciente colectivo, das «mortes mais que aparentes» em resultado da acção desastrada de feiticeiros e «curandeiros».

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Figura 1: A terapia pela mordedura de cobra (???) ou vingança viperina da Deusa Mãe das cobras cretenses sobre Pelus raptando Tetis? (Schulz, Heinrich Wilhelm..Die Amazonen-Vase von Ruvo).

O termo «curandeiro», sem etimologia segura, pode ter tido a seguinte cadeia etimológica:

An-Kur-kuro > *An-Kurkulo, o Sr. Hércules > Andraculo, o Sr. Drácula

< Andracur, o homem do Kur (e das curas) > Cur-andaur[2] => curandor

> cura(n)dor > «curandeiro», por ressonância fonética com outros nomes,

relativos a profissões, terminados, em eiro!

The name Mandragora is derived from two Greek words implying 'hurtful to cattle. ' The Arabs call it 'Satan's apple.'[3]

Na continuação da tradição árabe peninsular, a norte de Portugal os frutos da mandrágora são chamadas castanhas do diabo.

 

Ver: GULA (***)

 

Gules = Genios árabes demoníacos frecuentadores de cementerios, de características similares a las de los vampiros.

Gallu = The Akkadian demons of the underworld. They are responsible for the abduction of the vegetation-god Damuzi (Tammuz) to the realm of death. Under the shape of a bull, went through the cities, especially by night. It was believed that Gallu could attack anyone who was at sight. It is not clear if these peoples believed in only one Gallu or in an undetermined number of them.

Gules < Gar + Gulas => «Gárgula» ó Gorgónias.

              Kar + Kul(es) > Hércules!

                       Kur(ish) > Karkul => *Karlu > Kallu > Gallu.

A etimologia grega relacionada com termos que significariam danoso para gado é duvidosa porque o gado não come a mandrágora Que estes utilizariam a mandrágora como elemento corrente das suas traumaturgias mais agressivas sabemo-lo pela história da medicina e também pela etimologia:

«Mandrágora» < Grec. Mandragoras < Eng. Mandrake + ura = Ma-Andra-cura, lit. a mãe (e fonte de poder) do homem que cura, o «curandeiro», o padre vestido de negro dos infernos de Hefesto < *Ma-An-Kur-Kur =>

Ø    Man-Dracula <.

Ø    Min-«gargula».

Ø    Ma-Kur -An (Kur) > Macarena.

Ø    (Ma) - Kur - Ku(r) - An > Gorgona!

Ce séducteur à fines moustaches gominées vêtu d'une tenue de soirée, d'une cape noire doublée de rouge et d'un haut-de-forme, tient son nom de la célèbre mandragore (mandrake en idiome grand-breton), plante herbacée de la famille des solanacées riches en alcaloïdes aux pouvoirs hallucinogènes. Ouais. La mandragore a (ou aurait) une forme vaguement humaine et l'on prétend qu'elle poussait au pied des gibets grâce à la semence ultime des pendus…

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A la fin, les anges du guet
M'auraient conduit sur le gibet.
Je serais mort, jambes en l'air,
Sur la veuve patibulaire,
En arrosant la mandragore,
L'herbe aux pendus qui revigore,
En bénissant avec les pieds
Les ribaudes apitoyées.
Georges Brassens, Le moyenâgeux. --
la Boîte à Images ! 25 septembre 2006

Quer dizer que neste contexto vampiresco de arcaicos ritos funéreos vamos encontrar a virgem das dores de Macarena, Mandraque, Drácula e as «gárgula e gorgónias»!

Mandrake = Sumer. Nam-Tar-Us.

Mandrake fruit = Sumer. Nunuz Dalla.

Mandrake root = Sumer. Gir-Pad-Du Dalla.

Mandrake = Sumer. Nam-Tar-Us < An-Ma Tar-ush

= Ma-an Taurish < Minotaur-ish, lit. “a filha do Minotauro”.

ó Manthra-ash > Madrax.

Mandragon: an altered form of "mandrake," which is a shortened form of "mandragora," the genus of plants native to Southern Europe and the East characterized by very short stems, thick, fleshy, often forked, roots, and fetid lance-shaped leaves. The mandrake is poisonous, having emetic and narcotic properties, and was formerly used medicinally. The forked root is thought to resemble the human form, and was fabled to utter a deadly shriek when plucked up from the ground. The notion indicated in the narrative of Genesis xxx, that the fruit when eaten by women promotes conception, is said still to survive in Palestine (OED).[4]

Já a parte subterrânea da mandrágora parece ter andado confundido dom as dálias ou então seria nome genérico de todos as plantas com rizomas. Sendo assim o termo inglês parece estar mais próximo das origens.

Por outro lado parece inferir-se que a mitologia do Minotauro andou envolvida com a da mandrágora justificando a sua relação com o alívio das dores da Virgem de Macarena. Ora, não é que se adensam as informações que fazem do Minotauro a mais arcaica versão do deus morto que ressuscitaria na Páscoa? A relação destes deuses com a licantropia vampiresca devemos encontra-la em ressonâncias distorcidas da longa e intensa cultura dos mortos dos egípcios que tinham Anpu / Anubis, o deus chacal e canino como um dos psicopompos do culto de Osiris / Horus.

 

Ver: HEROGAMOS (***) & OSÍRIS (***)

 

Mandinga = feitiçaria; • dificuldade que parece provocada por artes mágicas; <= Mandinga, • s. m. pl. tribo da Guiné-Bissau.

«Mand-| inga» ó urak > Madrake => Hind. Mantra & Mandala.

"À beira do Tejo, Madragoa sempre foi um local de cruzamento de raças e culturas diferentes, sem distinção, albergava os negros que amanhavam os campos e dava abrigo aos pescadores que fainavam no rio, e, na memória dos mais velhos, ainda ecoa o pregão das varinas" A lenda conta que o bairro nasceu dos milhares de grãos de areia que as gaivotas transportaram para ali. A origem do nome perde-se no tempo. Há quem afirme que a palavra corresponde ao apelido de uma fidalga madeirense "Mandragam" ou que vem de "Madre de Goa". Antes do terramoto, no século XVll, o bairro tinha o nome de "Moçambo" e não era mais do que uma pequena póvoa habitada essencialmente por pessoas de origem africana. No passado, parte da Madragoa foi um aglomerado de conventos e palácios, onde viveram as Trinas, as Bernardas ou as Inglezinhas. Mas foram os trabalhadores que deram vida ao bairro. Entre os séculos XVlll e XlX, a população sofreu grandes alterações. Nessa altura, veio para Lisboa muita gente da região da ria de Aveiro, em especial de Ovar, daí o nome ovarinas. Comercializavam legumes frescos e peixe. Posteriormente, grande parte destas pessoas optou por ficar na Madragoa. Na maioria, eram casais de pescadores e varinas. Era habitual ouvi-las apregoarem o peixe de canastra à cabeça. De entre muitas das obras arquitectónicas da Madragoa, destaca-se o Palácio dos Duques de Aveiro, a Casa dos Marqueses de Abrantes e a mais antiga e modesta das capelas lisboetas, a dos Mártires. Também lá se encontra a Embaixada de França, onde Gil Vicente (depois do Castelo de São Jorge), deu início ao teatro português.

Mocambo pode significar esconderijo ou quilombo: Com o tempo, passou a designar os aglomerados de palhoças construídas artesanalmente, muitas vezes de frágil constituição, construídas quase sempre nas periferias ou morros das cidades para abrigar ex-escravos e o operariado de baixos rendimentos.

As conotações por ressonância aliterativas não param na evolução linguística!

Talvez seja esta a origem do nome do Bairro do Mocambo, em Porto Velho do Brasil, iniciado em meados da segunda década do século XX, como conseqüência direta da criação de um Centro da religião umbandista. Ou, como dizem alguns "filhos de santo" nas novas instalações do terreiro aberto por Mãe Esperança naqueles idos: o nome deriva de um "ponto" cantado desde aquela época no Centro de Umbanda.

"mulucambo, mulucambo

Mulucamjolô

dadá sinhá mulucambo

mulucamjolô"

Ao ouvir "mulucambo", as pessoas teriam passado a chamar o local de Mocambo. Qualquer que seja a origem do nome, desde o início o Mocambo abrigou trabalhadores não-qualificados, cidadãos de baixa renda.

Madragoa (< Madre-Goa < Ma-durga < «Madrugada») < Mandr-água

= «Mãe-d´água») < «Mandrágora».

Embora a Madragoa fique junto ao Tejo mas a poente do centro da cidade de Lisboa nada obsta a que o bairro tenha nascido do nome dum lugar pré-existente onde se daria culto em tempos arcaicos a uma deidade da Madrugada. Na verdade, os cultos da Aurora e da Sr.ª das Dores de Parto, aliviadas pelo suco da Mandrágura são os mesmos da Sr.ª da Esperança, da morte e do nascimento na Mãe-d´água à beira mar!

O “moçambo” que se veio a instalar ali terá sido de facto posterior ao tempo de Gil Vicente e nada tem a ver com a fonética da Madragoa. Embora os primeiros escravos africanos tenham aparecido em Portugal com a conquista de Ceuta o desenvolvimento do comércio de escravos africanos, com envolvimento de portugueses, só veio a acontecer no século XVII em competição com holandeses, ingleses e franceses, vindo a ter o seu auge no Século XVIII com o comércio dos escravos africanos para o Brasil. Assim, o apelido de uma fidalga madeirense “Mandragam”, que fazia jus ao nome pré-existente, deve ter sido um mito suburbano inventado para tranquilizar a má consciência do novo-riquismo da muita gente fina que ai construiu palácios na época Joanina com o ouro do Brasil!

Na verdade, o bairro de escravos de Lisboa já viria do tempo da descoberta das Índias e por isso alguma coisa teria a ver com a “mãe de Goa” que afinal seria Durga. Assim, no manejo da mandinga da mandrágora à beira Tejo, a relação de Maha Durga com Madragoa mesmo ao pé do Rossio seria inevitável. Ora, na Andaluzia, com mais índios e menos hindus existiu a relação da Sr.ª do Rossio com a Virgem de Macarena.

Como o veneno das cobras terá sido um dos mais poderosos processos com que a cultura matriarcal minóica controlaria o poder político da sua intrincada e labiríntica civilização palaciana (tal como até muito mais tarde aconteceria um pouco por toda a parte nas intrigas familiares e palacianas de toda a civilização posterior com os mais variados venenos!) o conceito de «mando» que chegou até aos mandarins chineses e ao manes polinésio terá resultado tanto da mandrágora como sobretudo do deus Min e Montu que detinham o seu múnus e garantiam a «munificência» da Deusa Mãe do seu que em etrusco era Mean.

Mean [Victoria = Nike], a very Ancient Goddess, brings Success in Armed Conflict, in Protecting the Fields, and in Striving of all kinds.

Victoria < Waki-tur(ia)

ó Waki-na > Vacuna < Wacu-Mina < *Cacu-Mean = Nike.

 

Ver: MANA (***)

 

Em Queensland, no nordeste, Molonga é o nome dado ao demônio. O demônio Potoyam é outra das personificações do mal, sendo Wang o nome das almas sem corpo dos defuntos,enquanto Ingnas é o apelativo dado aos duendes e o de Kobone é o nome de um animal totêmico com poderes mágicos. Mas, como já se comentou antes, são as explicações animistas dos animais as que figuram no primeiro lugar da mitologia indígena australiana, com os pássaros ocupando, por sua vez, o degrau principal dos totens zoomórficos, sobretudo nas lendas relacionadas com o descobrimento do fogo, dado que são pássaros tão diferentes entre si como o corvo, a gralha, o falcão, o régulo, os que roubam, trazem ou conseguem diretamente com o seu esforço o primeiro brote da chama viva; mas também os pássaros são mensageiros do dia e da noite, da vida e da morte, pescadores e caçadores primigênios, e até uma grande ave terrestre, como é a avestruz australiana, o emú. É mãe involuntária do Sol, porque de um ovo seu saiu o astro-rei.

Molonga < *Molenga < *Melenga < Melenca < Maur-Enki-ha

< *Mar-enkika.

*Marenkika seria possivelmente um dos epítetos do «deus menino», o Minutauro, um deus de morte e ressurreição solar possivelmente responsável por um mito cruzado do filho desastrado de Apolo, Hipérion, de que derivou o da quedas dos anjos e do australiano Molonga. De qualquer modo, marinheiros com este nome terão chegado ou extremo asiático como mer-quitas e formado reino a norte dos mongóis.

De passagem suspeita-se que o termo luso «molenga» do crioulo Merengue não derivará apenas de mole mas também duma relação pejorativa com o mito hipotético e pré-Atlântida de *Marenkika que teria (entre outros como Marão ou Miranda) o nome *Melenca, deus marítimo da «melancia», na ibéria pré romana porque uma variante parecida teve seguramente no termo que ainda hoje vigora no calão duriense, «murcão» que tanto pode significar frouxo como «melgo/melga». A verdade é que estes termos podem ter estado aparentados na origem. Por outro lado as melgas que como as traças acompanham as noites dos moribundos podem ter sido animais voláteis responsáveis pelo transporte das almas para o “gozo tranquilo” da morte.

*Melenca < Mer-En-Ki = Mer-ki-na => Murcon!

                 < Mel-en-ki > Mel-ki-(na) > melkio/a > «melga».

«Melga» • < ? Lat. Medica(? A que propósito?), s. f. espécie de mosquito que se encontra em terrenos pantanosos; • pequeno peixe do feitio da raia; • ( < homofonia > melgueira = • (De mel), s. f. cortiço com favos de mel; • (fig.) dinheiro que se junta às ocultas; • (pop.) pechincha; • gozo tranquilo.

«Merengue» = tipo de dança africana, e também sul-americana, em que se movem os pés sem os levantar claramente do chão.

De passagem há que notar que a construção de mitologias continua nos tempos modernos ao ponto de fizerem do merengue, a dança das férias nas Caraíbas, a dança oficial da Dominicana e levar os eruditos de ocasião e tropeçarem em cascas de bananas espalhadas no chão das danças de salão das agencias de férias!

Merengue was made the official music and dance of the Dominican Republic by Rafael Trujillo. (…) Some say it was derived from the "paso de la empalizada" (pole-fence step). There are also legends about a limping war hero (or El Presidente of a banana republic himself, in some versions) who had to step in this way while dancing because of wounds, and polite (or clueless) public imitated him. – Wikipedia, the free encyclopedia.

Entre 1838 a 1849, a dança chamada Upa Habanera (Upa de Havana) fez seu caminho no Caribe sendo benvinda em Porto Rico. Um dos passos desta dança era chamado de merengue e isso denominou a dança quando aportou em solos dominicanos. Permaneceu desconhecida para muitos até que o coronel Alfonseca escreveu letras para a nova música. Em 1844, o merengue ainda não era popular, mas em 1850 estava em voga, tirando o lugar antes ocupado pela tumba. Nesta época, os jornais de São Domingos iniciaram uma campanha contra o merengue em favor da tumba. A alta sociedade não o aceitava pois as letras eram vulgares, descendiam de negros africanos e não tinham caráter religioso. Mas aos poucos, o merengue foi ganhando espaço.

Ora, a verdade é que o merengue já era dançado em África muito antes das descobertas! Do mesmo modo o nome dos «suspiros» de merengue, meringue ou meringe, que os gramáticos lusos supõem importado do castelhano, pode ter começado a sua fama na cidade suíça de Meiringen mas o doce já existia desde a idade média pois as receitas conventuais portuguesas deixaram-no-lo com o nome de «suspiros». Ora, o nome gótico de Meiringen só confirma a falaciosidade do mito do indo-europeu pois esta cidade derivará o seu nome do culto do mesmíssimo deus que na península ibérica seria *Melenga e na Fenícia, Melcarte.

Os merengues seriam um dos nomes das doçuras fálicas e danças carnavalescas dedicadas a este «deus menino» que por ser Quico, Caco e Keke deu também nome aos queques! Na verdade a gula como as farturas sempre foram coisas dos deuses infernais é um pecado cristão também por esta relação diabólica!

Mas, as andanças do nome da Deusa Mãe, fizeram chegar o nome da virgem de Macarena aos confins asiáticos, possivelmente atrás do culto da deusa das cobras cretenses e do dragão, dando nome à Mongólia e a Manchúria.

A Mongólia é a terra dos Chalchas e tiveram a norte uma região de mer-quitas e a Manchúria era a terra dos manchus (also called Ching or Quing) que tiveram por antecedente étnico os jurchenos.

Historicamente, a Manchúria foi palco de vários reinos, entre os quais o mais famoso foi o Império Manchu, que deu o seu nome à região e dominou toda a China entre o século XVII e 1911. (…) O Império Manchu (daicing gurun, em língua manchu, transliterado para qi-ng cháo em pinyin, ou ch'ing ch'ao pelo sistema Wade-Giles) foi fundada em 1644 pelo clã manchu Aisin Gioro, que iniciou a dinastia Qing e dominou toda a região, estabelecendo o Império do Grande Qing (dàqi-ng dìguó, segundo o sistema pinyin). Este império chegou a englobar toda a Coreia, a Sacalina e as Curilhas.

Facilmente se depreende que o nome ocidental do império Manchu deriva da região da sua origem e não da transliteração do nome que os autóctones lhe deram, que seria algo como *Daiquinto Gurão, ou «recinto dos grandes gurus» ou apenas achinesadamente Gin.

The Jurchen named their Dynasty the Jin ("Golden") after the Anchuhu River (anchuhu is the Jurchen equivalent of Manchu aisin "golden") in their homeland.

Ora, o mais normal é pensar que o nome do rio Anchucho derivasse do nome de Enki e o nome Manju de uma variante minóica dos deuses gémeos das montanhas da aurora os Machu ou Ma(n)-Zu. Seja como for, é óbvio que quando se força a analogia fonética a estes extremos os termos comparados terão todos que ser colocados entre comas porque são apenas a pálida imagem do que poderiam ter sido se nunca tivesse havido a dispersão das linguagens. De qualquer modo e óbvio que o nome Manchu teria tido em tempos um erre final, até para justificar a tónica final, pois não teria chegado ao ocidente com um erre no fim por pura mau ouvido de Marco Pólo ou outros.

À l'origine, les Mandchous se nommaient Jurchen également Jürchet, Djürchen, Djurchet, etc. (le -t correspond à un -d final, forme mongole du pluriel). Le nom de Mandchous a été officiellement adopté par Nurhaci en 1635, mais il était utilisé au moins depuis 1605. Le fils de Nurhaci, Huang Taiji interdit même l'usage de l'ancien nom, les Jurchens. La signification originelle du terme n'est pas établie de façon certaine, mais il semble que c'est l'ancien nom Jianzhou des Jurchens. Une autre théorie avance que les Mandchous, comme de nombreux autres peuples toungouses, tirent leur nom du mot toungouse mangou, signifiant «grande rivière». Enfin, certains estiment que le nom de Mandchous provient du bodhisattva Manjusri, dont Nurhaci se disait la réincarnation. Jusqu'au XVIIe siècle, les Mandchous sont un peuple d'éleveurs nomades, vivant de chasse et de cueillette, de pêche, et commençant l'élevage du porc et quelques essais d'agriculture.

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Figura 4: jovem guerreiro manchu.

As cabeças rapadas com o carrapito entrançado dos jovens guerreiros manchus reportam-nos para cortes de cabelo típicos dos jovens faraós e do “deus menino” Karpo-crates. No entanto, a fonética chinesa avessa aos erres complica a comprovação de que a forma como o nome da Monchúria chegou à Rússia seria a mais próxima da fonética original porque a verdade é que outros elos de ligação podem ser invocados e agora relacionando monchures e mongóis. Enfim, é mesmo possível que os manchus pacíficos se tornassem Monchures aguerridos em confronto com os russos!

The Mohe (or Malgal, Mogher) were a Tungusic people in ancient Manchuria. They are sometimes considered the ancestors of medieval Jurchen and modern-day Manchus. According to some records, they originally dwelt near the Liao River and later migrated southward. According to Chinese records, they were governed by the Buyeo kingdom, but broke free during the Chinese Three Kingdoms period. They subsequently became an autonomous state. They were involved in the early history of the Three Kingdoms of Korea.

Os chinos mais facilmente pronunciam os eles do que os erres e ao andarem com o nome dos Mogher em bolandas ora os despiram de labiais deixando o nome como Mohe ora com ele a mais como Malgal sabe-se lá se por ressonância com os vizinhos Mer-Kit(as)

Mohe < Mogher < Mon-Ger < Mean-Kaur > Man-Kur ó Man-Zu > Manju.

                                  Mongol < Mean-Kaur < Man-Kur > Manchur.

A conclusão final que se retira é a de que existiram sempre relações marítimas de tendência mundial de próximo em próximo por regra e de quando em vez em grandes expedições emigratórias e sem retorno a partir dos grandes focos neolíticos do mediterrâneo e do crescente fértil tendo sido muito precoces os primeiros focos costeiros de civilizações neolíticas ao longo das costas e junto às nascentes dos grandes rios de todo o mundo. Nas Américas estas expedições terão sido mais fortuitas e em contracorrente, do que premeditadas a partir das ilhas Canárias ou ao longo da costas chinesas.

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Se as correntes das Canárias teriam levado esquadras perdidas em tempestades tropicais até ao Brasil ou mesmo até às Caraíbas a verdade é que os juncos chineses terão aprendido muito cedo a utilizar a correntes Kuroshio do pacífico norte para chegarem à Califórnia e ao México.

La corriente de Kuroshio (también conocida como Kuro-Shivo o corriente del Japón) es una corriente oceánica que fluye desde el este de las costas japonesas en dirección noreste y que cruza el Océano Pacífico. Forma parte de la corriente del Pacífico Norte circular que gira en sentido de las agujas del reloj al sur de la corriente Subártica.



[1] Panche Hadzi-Andonov, AAI, Copyright © 2000

[2] An-tauros > andoros > andros > andro > «andeiro» (=> ressonancia por proximidade fonética com o contexto da expressão «cavaleiro andante»?).

Utra < udro < utar < Taur > ador > adro > ardo.

[4] http://shanmonster.lilsproutz.com/witch/plants/mandrake.html

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