terça-feira, 10 de junho de 2014

ODIN, OU *GO(R)DANAZ, O «DEUS MENINO» DOS NÓRDICOS, por Artur Felisberto.

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Figura 1: Odin numa medalha do século V a.C, do tesouro de Gudme. O aspecto efeminado deste deus quase tem pouco a ver com a figura tradicional dum deus guerreiro e muito mais a ver com a tradicional atitude prazenteira de Dionísio.
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Figura 1: Viking stone, 600's AD, from Gotland, Sweden. Odin is riding his horse, Sleipnir. Notar que, na Grécia, Dionísio montava um burro.
Na Granideum (mitologia nórdica), Odin (Wo-tan) era o maior dos deuses vikings, governante de Asgard e senhor de todas as magias. Possuía a lança Gungnir, que nunca errava o alvo e em cujo cabo havia runas que ditavam a preservação da lei. Possuía também um cavalo dragão de oito patas chamado Sleipnir.
Odin também era o deus da sabedoria. Ele atirou um de seus olhos no poço de Mimir em troca de um gole de sabedoria. Ele se enforcou, pendurando-se na árvore cósmica, Yggdrasil, para obter o conhecimento dos mortos e foi revivido em seguida por magia. Ele se mantinha informado sobre os acontecimentos em toda a parte através de seus dois corvos, Hugin (Pensamento) e Munin (Memória), que vigiavam o mundo e lhe contavam o passado, presente e o futuro do mundo.
(…) No salão de sua grande fortaleza, Valhala, ele reunia os abatidos em batalhas. Chamados de einherjars (mortos gloriosos), esses guerreiros eram preservados por Odin para ajudar os deuses na batalha final contra os gigantes no Ragnarok.
Os escandinavos dos últimos séculos pagãos, os Vikings aventureiros, terror do ocidente cristão foram os derradeiros a combater invocando o nome de Óðinn (Odin). Ao lado do deus Loki, é a personagem de mais complexa personalidade dentro do panteão germânico, o que fez com que, embora seu nome fosse exaltado por muitos poetas, permanecesse obscuro para o camponês simples, mais identificados com Þórr (Thor) e Freyr devido a suas características de deuses agrários. Odin era tido em alta consideração pelos jarls e outros membros da nobreza nórdica, embora as pessoas comuns o temessem e venerassem Thor.
Odin não era exactamente um guerreiro, mas inspirava os guerreiros a lançarem-se freneticamente na batalha, sem nenhum sentimento e nenhum temor. Os rituais de enforcamento faziam parte da veneração a Odin, sendo que o suicídio por enforcamento era considerado um atalho para o Valhala.
Obviamente que se trataria de enforcamentos por questões de honra como o harakiri nipónico e não o suicídio passional embora na prática fosse impossível separar ambos os tipos de suicídio.
Durante os tempos mais violentos da migração viquingue, Oðin era o protector do líder do bando guerreiro, o berserkers (um guerreiro antigo escandinavo que lutava com raiva frenética na batalha, possivelmente induzida por cogumelos alucinogénios), reis, os poetas épicos e os sacerdotes das runas que preparavam as poções mágicas.
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Ber-ser-kers < O.N. berserkr, acc. of berserk < Wer- | Serk ó sark = any long, shirtlike garment worn next to the skin, as a chemise, nightshirt, or the like. = túnica ó Grec. sárx, sarkós, corpo, carne. => Bearskin = pele de urso; boné de pele alto, preto que forma parte do uniforme de um soldado em alguns exércitos.
Berserk 1822, introduced by Sir Walter Scott, from O.N. berserkr (n.) "raging warrior of superhuman strength," probably from *ber- "bear" + serkr "shirt," thus lit. "a warrior clothed in bearskin." O.E. bera "bear," from P. Gmc. *beron "the brown one" (cf. O.N. björn, Ger. Bär). Both Gk. arktos and L. ursus retain the PIE root word for "bear" (*rtko), but it has been ritually replaced in the northern branches because of hunters' taboo on names of wild animals (cf. the Ir. equivalent "the good calf," Welsh "honey-pig," Lith. "the licker," Rus. medved "honey-eater"). Others connect the Gmc. word with L. ferus "wild," as if it meant "the wild animal (par excellence) of the northern woods."
Obviamente que Sir Walter Scott pouco ou nada sabia ainda dos rituais guerreiros dos povos pré-latinos e de que nos ficaram resquícios nos ritos de passagem das festas dos rapazes de trás os montes.
Os Berserkirs («Pele de Urso») eram guerreiros que se cobriam de peles de animais, viviam todos juntos, dedicados a Odin, afastados do resto da sociedade, respeitavam apenas a guerra, censuravam os reis pela sua cobardia, e, quando possuídos pelos furor da batalha (odr, ou wot), uivavam como lobos e acreditavam transformar-se em seres sobre-humanos. Na época do Yule (Natal), integravam a «Hoste Furiosa», séquito fantasmagórico de guerreiros mortos conduzidos pelas Valquírias que atroavam os céus nocturnos em tenebrosa cavalgada.

Ver: LAMEGO, CIDADE DOS RANGERS E DE CULTOS GUERREIROS (***)

Odin é também a confirmação cultural do mito de que Dionísio correu o mundo num barco com mastros de videira para espalhar pelas costas da Europa a cultura do vinho e a agricultura. Os frenesins orgiásticos caracterizavam também os cultos mais arcaicos de Dionísio trácico.
*Wōđanaz, or *Wōđinaz, is the reconstructed Proto-Germanic name of a god of Germanic paganism. The name is connected to the Proto-Indo-European stem, *wāt "inspiration",which is ultimately derived from the Indo-European theme, *awē "to blow". *Wāt continues in Old Irish fáith, "poet" or "seer"; Old High German wut, "fury"; and Gothic wods, "possessed". Old English had the noun wōþ "song, sound", corresponding to Old Norse óðr, which means both "fury" and "poetry, inspiration". It is possible, therefore, that *Wōđanaz was seen as a manifestation of ecstasy, associated with mantic states, with fury, and with poetic inspiration. An explicit association of Wodan with the state of fury was made by 11th century German chronicler Adam of Bremen, who, when detailing the religious practices of Scandinavian pagans, described Wodan, id est furor, "Wodan, that is, the furious". -- Wikipedia
Obviamente que a blasfémia de considerar o nome de Odin como derivado do furor escandinavo e ver o mundo de pernas-para-o-ar porque o que se passa é apenas uma constatação do rasto étmico e fóssil deixado nos falares nórdicos pela passagem dos cultos orgiásticos de Odin.
A mitologia em torno de Wodhanaz deixa uma dúvida quanto ao que provoca essa inspiração, ou seja, uma bebida intoxicante chamado poeticamente hidromel.
Diz-se que Wodhanaz deslizou para dentro da caverna da montanha dos Etins na forma de uma cobra. Após ter encantado a mulher que ali guardava as três cubas de hidromel ali armazenado, transforma-se em falcão (ou águia) e voou a partir da caverna de montanha de volta para o seu reino. No caminho, algumas gotas de hidromel derramaram do seu bico sobre a terra, acreditando-se terem-se manifestado como cogumelos alucinogénios. Quando ele chega a casa, ele cuspiu o hidromel em três chifres para uso futuro próprio e de seus companheiros.
Assim, na sua forma de fungos infinitamente ressuscitar, o hidromel poético é feita permanentemente disponível para o homem, que a partir de agora usá-lo para ser possuída e inspirado por Wodhanaz. Uma das formas de melhor preservar os compostos activos dos cogumelos alucinogénios é por secagem seguida de moagem em almofariz, misturando-os, de seguida, com mel – o que é, sem dúvida, a razão por que é que o hidromel (bebida feita de mel) veio a representá-lo.
A sagrada bebida mitológica que rodeava Wodhanaz também encontra eco na mitologia do Soma que era o sacramento central dos arianos, os fundadores indo-europeus do moderno hinduísmo. Como no caso do poético hidromel de Wodhanaz, disse que o Soma teria sido trazido aos homens do céu por um falcão.
Em seu livro, 'Soma: Cogumelo Divino de imortalidade "do falecido Gordon Wasson apresentou a teoria muito convincente que o Soma foi feito a partir do cogumelo mata-moscas (Amanita moscaria). Mais uma vez, esta bebida é associado com mel, com a palavra "mahdu '- o antigo sânscrito precursor da palavra hidromel - muitas vezes sendo usado pelos arianos para se referir a Soma.
Em essência, Wodhanaz é um deus que entra e possui seus devotos, produzindo tanto um estado de exaltação mística e inspiração mental, por um lado, ou um estado de pura sede de sangue marcial por outro - um estado altamente desejável para um antigo guerreiro em campo de batalha. Os homens mais próximos ao espírito de Wodhanaz eram, portanto, xamãs e guerreiros, com a área de actuação do xamã sendo o mundo interior do espírito, e que do guerreiro sendo mundo exterior dos campos de batalha.
Wodhanaz tinha muitos nomes, mas talvez o mais comum era "Alfadhir”, o Todo-Pai. Ele foi considerado como a pura personificação da autoridade paterna e de todos as suas atinentes virtudes masculinas de força, lealdade e honra. Para as tribos germânicas da Europa, Wodhanaz era a antiga figura paterna que estava na origem da linha ancestral, e de cuja influência fluiu através de incontáveis gerações até ao presente.[1]
Assim, a afirmação de que Odin se tornou proeminente no panteão devido ao seu gosto pela guerra” carece de confirmação cabal porque não seria bem apenas esta a causa da sua elevação pelos vikings à qualidade de deus supremo.
O pesquisador Robert Gordon Wasson sugeriu que o cogumelo está associado ao Soma, bebida sagrada dos Vedas, nos mais antigos textos religiosos.2 A bebida é citada nos hinos do Rigveda, que foi escrito por volta de 1700 a.C. – 1100 a.C., durante o período védico em Punjabe - e havia a presença de tais cogumelos, consumidos pelos xamãs da região. Wasson é o primeiro pesquisador a propor que a forma de intoxicação Védica era de natureza enteogênica.
De resto, quase todos os deuses agrários, de fertilidade animal e agrícola eram, por causa disso deuses aguerridos que no fim das colheitas e na época da caça se transformavam em deuses marciais.
A posição inicial de Odin era a de um deus agrícola como Enki / Dionísio. As suas façanhas suicidas para obter a sabedoria dos mortos comprovam o carácter de deus de morte e ressurreição deste deus que só veio a ser elevado à categoria de deus supremo por causa da sua relação com as “poção mágicas”, com o vinho e a cerveja, que inebriavam os guerreiros nos ritos de inverno das festas dos bandos de jovens guerreiros.
No entanto este fenómeno já tinha acontecido antes com os etruscos que eram governados por Tin.
Os nomes do deus são encontrados em nórdico arcaico (ou Old Norse) Óðinn (Saxo Grammaticus, latinizando escreve Othinus), no germano Wotan e no primitivo germânico sob a forma de Wodanaz, no gótico, Vôdans, no dialeto das ilhas Feroé (nas costas da Noruega), Ouvin, no antigo saxão, Wuodan, no alto alemão, Wuotan, enquanto que entre os lombardos e na região da Vestefália aparece Guodan ou Gu-dan, e na Frísia, Wêda. Nos dialectos dos alamanos e borgundos temos a expressão Vut, usada até hoje no sentido de ídolo. Essas denominações estão ligadas pela raiz, no nórdico arcaico, às palavras vada e od, e, no antigo alto alemão, a Watan e Wuot, que significavam a princípio razão, memória ou sabedoria. Mais tarde tornaram-se equivalentes a tempestuoso ou violento, sentido que os cristãos faziam empenho de acentuar, procurando depreciar a figura do deus pagão.
O nome que aparece na Vestefália é possivelmente o que mais próximo está da sua remota origem mediterrânica, possivelmente ibérica pelo lado de Gua o deus catalão Gaudí de que derivou o nórdico nome de deus, god.
Sumer. Gu-Din-(ger) > Gua-Dan(?) > Gu-Odan, lit. “deus Odan”.
Óðinn / Odin < Woden < Wotan < Wuo-tan.
ó Wuodan < Vô-Dan(u)s < Wodanaz < *wod-eno-/*wod-ono-
ó Micen. Di-Won-ojo < Gua-| Dan-ush < Diuan-ish > Dionísio.
In his work Historia Langobardorum, Paul states that "Wotan (…) is adored as a god by all the peoples of Germania"and relates how Godan's (Wotan's) wife Frea (Frijjō) had given victory to the Langobards in a war against the Vandals. -- Wikipedia.
Este nome poderia estar relacionado com os nomes próprios servios actuais Gor-anka > Gor-dana >Gorana o que permitiria colocar Wodanaz no papel de Kur-Enki, o senhor dos infernos sumérios. Quer assim dizer que no nome de Odin pode ter havido o ensurdecimento de um «erre» porque teria sido originalmente *Go(r)dan-az e então próximo do titã Crono e dos deuses titânicos guerreiros comandados pelo arcaico deus da guerra *Kauran dos exércitos, o deus da iniciação dos kouroi gregos.
Mas Odin seria seguramente de origem egeia ou cretense e por isso titânico e pré olímpico e o deus que mais a ele se assemelha pela fonética e pelo culto orgiástico é precisamente Dionísio de que Gua seria uma variante ibérica.
No entanto o seu lugar como deus da semana era o de Mercúrio o que corresponde a uma óbvia confusão dos cristãos que fizeram a transliteração do latim para o germânico cujos nomes originais da semana desconhecemos.
Wednesday = O.E. Wodnesdæg "Woden's day," a Gmc. loan-translation of L. dies Mercurii "day of Mercury" (cf. O.N. Oðinsdagr, Swed. Onsdag, O.Fris. Wonsdei, M.Du. Wudensdach). Contracted pronunciation is recorded from 15c. The Odin-based name is missing in Ger. (mittwoch, from O.H.G. mittwocha, lit. "mid-week"), probably by infl. of Gothic, which seems to have adopted a pure ecclesiastical (i.e. non-astrological) week from Gk. missionaries.
Porém, Dionísio enquanto mero deus menino poderia ter sido até mesmo Zeus. Na verdade, mesmo na Grécia a mitologia de Enki era partilhada por Hermes / Apolo e Dionísio talvez porque já na suméria começava a ser partilhado por Enki e algum dos seus filhos.
A confusão que encontramos na mitologia nórdica deve-se em parte ao facto de se tratar de uma crença partilhada por tribos dos “povos do mar”, possivelmente a tribo de Dan, imigrados para a Dinamarca e depois para a Escandinávia transportando consigo as runas mas poucos textos escritos pelo que a sua mitologia foi evoluindo por via oral afastando-se progressivamente da celta e sobretudo da etrusca e egeia.
Com a elevação de Odin ao papel de deus da soberania o remanescente mítico que na Grécia iria dar origem ao mito de Apolo nos países nórdicos deu origem a Baldur, que por sinal seria um filho mortal de Odin.
Balder (Baldr no original, ou também Baldur, como costuma ser chamado) é uma divindade do panteão nórdico. Segundo algumas fontes, este deus seria filho de Odin e Frigga, segundo outras seria apenas um "protegido" destes. Era, em qualquer dos casos, uma divindade da justiça e da sabedoria, e embora não pertencesse ao núcleo de deuses superiores, Aesir, era-lhe permitida a permanência em Asgard.
Balder disseminou a boa vontade e a paz em todos os lugares que visitou, o que fez dele um dos deuses mais amados. Sua popularidade e bondade inata atraíram a ira de Loki, um filho de gigantes que tramava o mal. Um dia, Balder passou a ser atormentado por estranhos pesadelos, um sinal da morte iminente, e isso acabou perturbando todos os deuses. Depois de muitos problemas, Odin determinou o destino de Balder e tomou algumas precauções para evitá-lo, enviando Frigga com a missão de obter um juramento de todos os seres vivos e não vivos de que não iriam fazer mal a Balder. Porém, Loki se disfarçou de mulher e teve uma conversa com Frigga, descobrindo que uma pequena planta, o visco, não prestara o juramento, pois Frigga a julgara inofensiva a Balder por ser muito jovem. (…)
O mito de Balder é um mito de morte e ressurreição falhado, do tipo do de Adónis, Atis ou Damuz. Se o nome de Balder não tem semelhanças com Damuz o nome de sua mulher Nanna é quase o nome da suméria Inana! Balder é marido da bela Nanna, uma deusa benevolente e bela, que se atirou à sua pira funerária para habitar no Hel com o seu marido.
Não sabemos se Hércules teria sido uma variante comum do nome de Damuz mas pode facilmente suspeitar-se que o mito de Hércules, também de morte e ressurreição solar, poderia ter sido um nome alternativo algures na terra de origem do povo que na época dos “povos do mar” terá emigrado por necessidade Para os países nórdicos.
Walter < Balder < Baldur < War-Thur < Kar-kur > Hercules.
                                                                    | ka® | kakur > haphur > Hapul
 > Apolo.
Assim sendo, se Balder corresponde a uma fase arcaica do mito Hercúleo de Apolo, Loki seria o seu irmão rival, a face negra e nocturna do sol, ou seja o deus lunar que na Grécia era Hermes e na suméria Uraz.
Loki < Roki < *Raw-ki < *Rawthe < Uratu < Uraz.
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Gudme: Odin, Balder, Loki.
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Ravlunda
Gerete
Roskilde
Epítetos de Odin:
Ravlunda < Raw-lun-da < *Ra-karun-da.
Gerete < Ker-et
Roskilde < Raush-Kir-te < Urki-Ker-et.
Hár-bardhr (Graybeard) < Hár-bar-(ter) < *Kar-Wer-(ka) < Kur-Kur;
Al-fadhir < Hal-fadhir < *Kar-pher-(ka) < *Kar-Wer-(ka).
Este epíteto de Odin é um caso típico de semântica por aproximação. A mitologia do «barba azul» decorre, por conotação horizontal com «sangue azul» do conceito de «barba russa» que empresta o seu prestígio ao carácter secundário de potência viril misturada com o «charme» do saber e longevidade dos senhores de «barba grisalha». Por analogia, o mais provável será que o mesmo tenha acontecido à semântica genérica de (deus) pai em vários destes epítetos.
O místico sentido que os adoradores faziam fé de encontrar na estranheza dos nomes desviantes da divindade acabaria por se tornar na semântica dos epítetos divinos. O “sentido nascente” emergia das epifanias divinas pela força da fé colectiva dos crentes depositada na estranheza dos delírios místicos e em heresias aleatoriamente produzidos pela fraqueza humana ou por desvios politicamente premeditados pelos mais descrentes.
Hroptr (the Maligned) < Hor-piter, lit. «pai de Hórus???»
These and the many other names are important in understanding him in his many aspects. He is first known as a god of poetry, magic, and death but above all, Oðin is a god of wisdom. He is the sacrificer of self to self, as it tells in the Eddas. The central myth of Oðin is the description in the Eddic poem "Hávamál" of how he discovered the runes by hanging himself on the World-Tree for nine nights as a sacrifice to himself, pierced by his own spear and giving up his right eye for a drink from Mímir's Well, the Well of Memory. Oðin's adventures with women are also well known. Not only does he father many dynasties on human women, he has also seduced etin-maidens such as Gunnlöð and has at least three Goddess lovers, Frigga, Freyja, and Skaði. He was a shape-shifter, taking on the shapes of a serpent and an eagle, taking on both shapes while on his quest for the mead of poetry.--- [2]
Woten > Wodann > Woden
> *Hod-Kin(g) > Oðhinn > Odin, leva-nos à possibilidade de este, enquanto *Hod-Kingu <= Kingu, ser seguramente uma variante de Enki!
Asgard ( < Ahsgarthu < Ash Kartu, “lit. os filhos de *Kartu, a deusa mãe de Creta”.
Valhalla(< War Kalla < Karkalla < *Kur-kurja, lit. “os montes gémeos da aurora».
Valkyries < Kar kurias, as noivas guerreiras do sol.
Thor < Kaur < Kar.
Tiw < Kiw > Ziw > Zeus.
«Fotão» < Phothan > kau-*Kian < *Ki-tan > *Kau-tan
> Wotan > Woden > Ta-Ten > Odin
                             Tinia < Athin- < Athun < *Kau-tan => Athan > Adão.
                                                     + isha > Athunis > Adónis.
Dion / *Kitan, foi o deus inefável das saturnais, das falofórias, dos falos e dos pálios, e entre os lusos, um deus das festas dos rapazes do «caetano e do carago», de que derivaram seguramente os Titãs que miticamente o mataram mas que mais não eram do que os seus seguidores e adoradores!



[1] http://skandanava.org/symbols.html
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