quinta-feira, 19 de setembro de 2013

DEUSES DO ANTIGO EGIPTO – OS DEUSES DA "FACA SAGRADA" por arturjotaef

 

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Figura 1: Faca cerimonial egípcia de sílex com cabo de marfim. O fino acabamento desta faca demonstra o quanto estavam já completas as potencialidades tecnológicas do neolítico, anterior à idade dos metais.

A DEUSA EGípcia DA "FACA SAGRADA"

Taveret era a deusa da faca porque esta terá sido preciosa para cortar o cordão umbilical gesto que terá sido sempre tão carregado de medos e ansiedade traumática que sobre ela terá sido construído o mito cosmológico da separação «à facada» da terra e do céu. Ora, nem de propósito, Taveret era também Mut a deusa mãe primordial.

Horet-kau = Diosa del Reino Antiguo relacionada con los espíritus de los difuntos; su nombre significa "La que está sobre los Kas".

Hurt = Forma de Isis, adorada en Nejen (Hierakónpolis).

Hurun = Dios halcón de los cananeos establecidos durante el Reino Medio en Guizah junto a la esfinge, donde se le erigió un santuario.

Ibu-uret = Guardián de la sala de sacrificio del Más Allá.

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Taurt = Diosa de la fertilidad. Su nombre significa "La Grande" (= Ta-urt). El término Tueris es una helenización del egipcio.

Estaba vinculada al nacimiento, era protectora de las embarazadas y favorecía la abundancia de leche materna. Sus sacerdotes puede que fueran médicos especialistas.

Ur = Antiguo halcón celeste, cuyo nombre significa "el grande" o "el viejo".

Urt-hekau = Deidad de palabras poderosas y mágicas; era un epíteto de Sejmet y de las diosas Isis y Neftis, a quienes se les llama, en el Libro de los Muertos, "las divinas Ururty"; pero con más frecuencia también es una diosa independiente, con forma de serpiente o cabeza de leon.

Grec: Tueris < Tu-Her-ish < Ka Kaur-et > Sacar-at.

                                               Urt-hekau ó Kaur-et Kau > Horet-kau.

                                                                   > (Ta) Hurt > Egipt: Taurt.

                                                                                        > (Ibu)-uret.

A mitologia Egípcia revela um típico fenómeno de busca incessante da semântica do inefável por tentativas e erros escrupulosamente anotados, porque numa época em que as palavras eram parcas e raras, preciosos e mágicos eram os sentidos e inevitavelmente conservador e arcaizante viria a ser o seu panteão, resultante da laboriosa actividade dos numerosos templos e santuários espalhados pelas diversas comunidades religiosas ao longo do prolongado Nilo!

Íbis = Lat. ibis < Gr. ibis), s. m. e f. espécie de cegonha pequena.

O nome da deusa Ibu-uret faz pensar numa literalidade do tipo dum genérico como car-ibú deusa alada de transporte das almas de nome próprio Uret como o «abutre» ou o Íbis e então sim, um nome que é já literalmente a forma feminina do deus Ur. Ora, se «abutre» (< aputre > ??? Lat. vulture) não deriva do respectivo nome latino é porque foi a podridão que deu nome ao abutre e não o inverso!

Parece assim que o homem primitivo era particularmente sensível aos animais necrófagos, bem como aos carnívoros enquanto metáforas óbvias de «animais de transporte das almas»! Notar também que o étimo –pu, já identificado na análise do deus Anubis /Anpu, parece uma espécie de marcador do génio linguístico dos egípcios. Muitos povos encararam a Terra Mãe, enquanto local de exumação mais comum, como a devoradora de almas mais habitual e por isso o protótipo da ideia de deuses de morte transportadores de almas ou mesmo devoradores impiedosos de almas como os vampiros! O caso de Taveret permite mesmo postular uma etimologia para o nome do tubarão enquanto «animal de transporte de almas» mais comum entre povos ribeirinhos de mares tropicais como os das Caraibas!

«Tubarão» < Carib. Tiburón < *Ki-Kur-Anu

                       Cibel < *Kiwer < Ki-kur-at => Te-wer-et > Taurt.

Sendo assim, mais uma vez se confirma que os povos caribenhos autóctones tinham arcaicas origens europeias, seguramente do mar egeu!

Ora, parece inevitável acreditar que Urt-hekau º Horet-kau, pois que...

Urt-hekau = Urthe-kau < Heurt-Kau < Hauret-kau > Horet-kau > Hurt.

Hurt = Forma de Isis, adorada en Nejen (Hierakónpolis).

Se assim é, então Ta-urt seria apenas *Ta-uret, quiçá a forma mais correcta de pronunciar o nome de Tueris / Taweret, o feminino dum virtual *Ta-Ur.

Embora não sendo ainda deuses taurinos porque seriam seguramente deuses falcões a verdade é que derivavam dum conceito genérico de divindade animal e totémica que no seu habitat de origem seria, ou acabaria por vir a ser, o touro!

Se *Ta-Ur não foi registado no Egipto foi ali conhecida pelo menos a sua forma evolutiva *Hur, do semítico gentílico Ben-Hur e do registado deus semita Hur-on < Kur-an, o mesmo que Enki na forma guerreira de «Sr. dos infernos do Kur»!

Este deus, filho crido de sua mãe, seria Horus, «depois o velho»! Hurt seria assim o feminino do nome da mãe de Horus.

Aceitando a etimologia suméria teríamos então:

Urt < Hurt < Hur-et < *Kur-at > Hor-et > Tauret => «Goret».

Apep/Taweret era a cobra = réptil = crocodilo, que no Egipto comia o sol nocturno para o vomitar com a aurora de Maat/Taweret. Sendo uma variante caótica de Tiamat, Taweret começou por ser a cobra Apep antes de ter acabado como um divino crocodilo. Enquanto crocodilo Taweret era uma «faca viva» de cortar carne, pela óbvia metáfora que resulta da facilidade com que estes répteis devoram os que lhe caiem nas mandíbulas, bem fornecidas de várias afiados dentes. Com o tempo a metáfora deixou de ser tão óbvia e passou a estar relacionada com a função do corte do cordão umbilical, característica duma deusa do parto solar. A verdade é que, não apenas para estas primárias funções, a «faca» foi sempre o instrumento fundamental das actividades culinárias da Deusa Mãe!

Claro que os equívocos semânticos foram desde os primórdios da humanidade os maiores fautores de falso saber e mitologia, senão mesmo de positiva inovação. Com o tempo e a ignorância dos padres Egípcios Apep tornou-se num monstro ainda mais odioso que Tiamat e que Rá, o sol, para que não houvesse eclipses nem sol encoberto por mau tempo, teria que matar como quem corta à faca uma enguia = peixe cobra, travestido de gado de Bast, porque já então era se dava conta do quanto os gatos gostam de peixe!

Apep was a huge serpent (or crocodile) which lived in the waters of Nun or in the celestial Nile. Each day he attempted to disrupt the passage of the solar barque of Re. In some myths, Apep was an earlier and discarded sun-god himself. This helps to explain the snake's strength and his resentment of the daily journey of the sun.

Assim nasceu o «rito de matar Apep» previsto no "The Books of Overthrowing Apep"! De facto, com o tempo até deixou de ser preciso a faca por ser mais natural e prático mata-las calcando-as com o pé esquerdo, como a Virgem Maria a exemplo de uma qualquer mulher rural.

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Figura 2: Taweret na forma de Apep.

In Seth's battle for the throne of Egypt, he claimed that he was stronger than Horus because it was he that stood at the prow of the solar barque and defeated the enemies of Re. Apep was a genuine threat to Re and his daily travels. At times he was successful and when this occurred stormy weather would occur.

When Apep swallowed the barque, there was a solar eclipse.

Ta-weret is not only most of the time holding a knife. Knifes with her name or image on it have been found and their use is more than obviously magical and protective (the picture shows a part of such a knife). Also the knife that she usually held is meant to protect and scare off bad things, spirits and misshapps. In my opinion her knife also had another use, it was to cut the pains of birth and the umbilical cord. Also the knife that she usually held is meant to protect and scare off bad things, spirits and misshapps. In my opinion her knife also had another use, it was to cut the pains of birth and the umbilical cord.

«Faca» = Engl. Knife ó «naifada» = navalhada < «navalha» < Lat. novac'la < novacula, instrumento (de barbear???) que renova a face???) ou antes < *(k)nawicula > «canivete» = • s. m. pequena navalha com a folha estreita para aguçar lápis, etc.; < Fr. canivet < Kaniphet < *Ki-Anu-Ki-at > ?Engl. Knife < Old English cnºf from Old Norse knífr, from Germanic[1].

No entanto, como rezam as crónicas irlandesas, alguns dos habitantes das ilhas britânicas anteriores à romanidade andaram pelo Egipto, seguramente fazendo parte do variado grupo de esfomeados «povos do mar»!

In time his son Nel became such an expert in languages that pharoa of Egypt invited him into his country to teach his people the new languages of the world. So Nel went to Egypt and there he married Scota, pharoa's daughter. After pharoa was drowned in the Red Sea in pursuit of Moses and his band of Hebrews, Nel's great-grandson, Sru, fled from Egypt for fear of persecution by the Egyptians and with his son, Heber Scot, returned to Scythia. There Heber Scot won the kingship of Scythia. After a few generations, a descendant of Heber Scot, named Agnomain, killed a rival for the kingship of Scythia (a kingsman) and in revenge was driven from the country. -- The Book of the Taking of Ireland, Book of Leinster 1150 A.D.

The Legend of Saint Brandan says: But Gaythelos, driven out of Egypt, and thus sailing through the Mediterranean Sea, brings to in Spain, and building, on the River Hyber, a tower, Brigancia by name, he usurped by force from the inhabitants a place to settle in. --- The Scottichronicon (Chronicle of the Scottish Nation) John of Fordun c. 1345

Em sumério «faca» era = Giri < Kiuri > Kiwir < Ki-kur > *Kakir (> Hind. faquir) < Ki-kar + An > Kian-ker > *Kanipher.

A verdade é que, se Ta-weret era a «deusa das facas» então teria que ter participado na criação do seu nome genérico. Assim,

Ta-weret < | Ka-wir < Kwir | -et < + An => *Ka-Nwt, lit. «a deusa da escuridão de "cortar à faca", que (de manhã) dá e (à noite) tira, a vida»

Ø    *kaniwat => Fr. Canivet > «canivete» > *navic.

Ø    *kaniwer < kaniwish > kawnish > Grec. kainis.

Ø                     > *Kanipher > Old Norse knífr => knife.

«Canivete» = • s. m. pequena navalha com a folha estreita para aguçar lápis, etc.

«Faca» = ???(< Lat. falcula, s. f. instrumento cortante, composto de lâmina de gume e de cabo;

Por sua vez a «faca» < ??? falcula. É pouco provável que facula desse «faca» pois mais depressa daria «Falca» ou facla > «falha» (< Lat. *fallia??? ) do que facua > «faca»! O mais provável é que o termo «faca» fosse autóctone por via egeia e acabasse por absorver a semântica tanto de falx quanto de fácula.

Lat. falcula, ae, f. dim. [falx], a small sickle, bill-hook, pruning-hook.???

Pretender ir de «foicinha» à «facada» na gramática, é de cortar o pescoço antes de chegar lá!

Quem admite que a «faca» tem etimologia incerta consegue ser muito mais prudente! Tratando-se de um termo que os espanhóis partilham também, do mesmo modo as probabilidades de se tratar de um arcaísmo indígena são muitas até porque então derivaria do nome do mais arcaico casal de deuses de todas as coisas, Caco & Caca! Na verdade, «faca» derivaria muito mais facilmente do Lat. fauces (= a garganta das bestas que quando aberta se revela delimitada pelos «mandíbulas» < lit. «transportadas à mão» => lit. o equivalente do maxilar de burro de Sanção o que nos reporta para a evidência de que os ossos terão sido a mais arcaicas matéria-prima para o fabrico de «armas de corte».

De resto, o significado de falcula está mais próximo de «cutelo» (<Lat. cultellu < culter-lu) e «machado» do que de «faca» cruzando-se então com a semântica do respectivo equivalente grego machaira.

Machaira 1. a large knife or dirk, worn by the heroes of the Iliad next the sword -sheath, Il.: generally, a knife for cutting up meat, Hdt., attic.

Machaira seria, ou o verdadeiro nome do machado-duplo cretense ou um dos nomes alternativos deste, o Lawur, na certeza porem que a sua fonética faz jus à Deusa Mãe na sua variante bélica, como Minerva / Belona, como a celta Macha e Morgana ou seja Atena Promacha. Obviamente que a Virgem Deusa Mãe era Teveret.

Ou então: Machaira < (ma) xaira < Kaura < Kar > phal-ish > palix > palx.

                                                       > Kakura => spha(l)gis???

O mais provável no entanto é que a palavra faca seja tão arcaica quanto a sua relação com o sílex de que seriam feitos os primeiros instrumentos cortantes do paleolítico que fez a fama e a glória do vale de Penascosa em Foz-Côa.

Saxum sacrum, the sacred rock on the Aventine, at which Remus consulted the auspices, ó  Inter sacrum saxumque stare, to stand between the victim and the knife,

Saxum = a large stone, rough stone, broken rock, bowlder, rock

*Saches ó Saxum < Kaku ó Kaka > Phaca > «faca».

Ora, Caca não era senão a esposa e mãe de Enki / Caco ou seja Ki, a Deusa Mãe da terra primordial como era Taveret.

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Numerous as were the uses to which the falx was applied in agriculture and horticulture its employment in battle was almost equally varied, though not so frequent. The Geloni were noted for its use. It was the weapon with which Zeus wounded Typhon; with which Heracles slew the Lernaean Hydra; and with which Hermes cut off the head of Argus (falcato ense; harpen Cyllenida). Perseus, having received the same weapon from Hermes, or, according to other authorities, from Hephaestus, used it to decapitate Medusa and to slay the sea-monster. Hence, it may be concluded that the falchion was a weapon of the most remote antiquity; that it was girt like a dagger upon the waist; that it was held in the hand by a short hilt; and that, as it was, in fact, a dagger or sharp-pointed [p. 660] blade, with a proper falx projecting from one side, it was thrust into the flesh up to this lateral curvature.

Grec.

Lat.

Drepanon < Thre-panon <* ter-

Harpê < Kar(phe) > Ker > *ter-

Falx > dim. Falcŭla. A sickle; a scythe; a pruning-knife or pruning-hook; a bill; a falchion; a halbert.

Kainis < kopis = a chopper, cleaver, a broad curved knife. ó *Kanophis < *kaniwat.

Machaira = large knife or dirk, carving-knife, sacrificial knife =

Sphagis = sacrificial knife. Îsh-Kakis, lit. “a filha de Caco” > *Saches > «sacho».

Culter [kindr. with Sanscr. kar, to wound, kill; cf. per-cello, clades]. knife > cultellus [dim. Cul-*ter] > «cotelo»

Nŏvācŭla = a sharp knife. > «navalha» < *navic.

Sĕces-pĭta = a long iron sacrificial knife. < *Saches-Ophita, lit. “o sacho em forma de cobra”.

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Figura 3: Ver: http://www.nativewayonline.com/stonblad.htm, STONE BLADED KNIVES.

«Fouce» < phakua < *Kaku-a > kauka > «faca») secespita, [ae, f. (seco), a long iron sacrificial knife < seces-| phutha < *Ka(u)ka > phaca] ou do grego kopis (< kauphis < phaukis > Lat. fauces).

Mas o percurso etimológico ainda não acabou pois vamos encontrar facas sacrificiais de sílex na Mesoamérica.

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Figura 4: Faca sagrada azeteca.

This is most clear by the bits of shell and stone embedded along the sides of the knife, to represent the faces of the gods to whom the sacrificial hearts were offered. Each knife, better known as a tecpatl, is sharpened from a single piece of stone, usually flint or silex, and set in a base of copal incense. These were the deadliest works of art in Mesoamerica.

Tecpatl = fonet. clip_image012 < Teshpatila < Hespatula < *Kiashpahtula

                                                                     > Lat. spathula > «espátula»!!!

Espátula = (Lat. spathula), s. f. espécie de faca de madeira, marfim ou metal que serve para abrir livros, espalmar substâncias medicamentosas ou para estender substâncias moles.

 

TZLACOHUIHQUI

De todas as mitologias conhecidas aquela que de forma mais expressiva nos reporta para uma deusa das facas é o próprio deus faca dos mexica, Tzlacohuihqui.

Como para arqueologia linguística todas a variantes dum nome são significativas e importantes para a reconstrução dum mitema podemos postular que:

                     Ester < Istar < Ish-Tala > «estela» funerária.

Tzla-                     < Itzla| < Ishta-la > Ishto > xisto > seixo!

       -Cohu-ihqui <           -coli-uhqui < -Cori-huqui < ???

A razão pela qual este deus da faca de seixo era um deus cego e obstinado como todos os deuses vingativos e justiceiros faz precisamente um apelo aos antecedentes arcaicos do espírito punitivo da deusa mãe Mut que entre os egípcios era um ser meio hipopótamo meio crocodilo devorava as almas que eram condenadas no tribunal de Osíris.

 

Ver: TAVERET (***) & TALA (***)

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Figura 5: Atzlacohuihqui «Faca curvada de Obsidian» «Deus da Congelação».

Pode também ser Itzlacoliuhqui. Também considerado como um deus de obstinação e cegueira. Esta deidade foi adorada durante certos ritos de milho e outros rituais públicos. Também foi venerado como o "Deus do Resfriado". Descrito como um ser sem face como uma protuberância da cabeça em forma de lâmina de faca curva grande e dentada. No Códice Cospiano, esta deidade é descrita fazendo uma oferenda às forças de escuridão em frente de um templo. No templo senta-se Tlacolotl, a «coruja cornuda», a representação do mal mais profundo dos Mexica.[2]

Es una variante de Tezcatlipoca. Pecó en un lugar de alto goce y deleite y se mantiene desnudo; porque su primer signo era una lagartija, que es un animal de tierra, desnudo y miserable. Los signos que el preside son de mala suerte. Llevaban a la muerte a los que se encontraron en adulterio ante su imagen. si la pareja estaba casada; no siendo este el caso, era legal mantener tantas mujeres o concubinas como les complaciera. Iztlacoliuhqui es una estrella en el sur del cielo, conectada con el nacimiento y la guerra.

Sendo assim compreende-se que este deus seria obviamente a deificação da sagrada faca de sílex da Deusa Mãe mexica, Coatli-Cue a Sr.ª da «vida e da morte» de que Tlacolotl, coruja de Anat/Atena, era o sagrado animal nocturno de transporte das almas e, como tal, era não apenas para os mexica, como para todos os antigos povos mediterrânicos, um temível mensageiro de Ker, (ó *Sa-Ker-at > Taweret que: “was often depicted holding the Sa (!!!) amulet symbolizing protection”) a morte negra, solitária e nocturna. Assim sendo podemos ficar quase com a certeza de que Taweret foi a mesma divindade que Coatli-Cue no sentido mais lato do termo, ou seja, foram variantes do mesmo mitema relativo à Deusa Mãe das cobras cretenses.

Coatli-Cue < kautali-kuhe < Ki-kur-kiki > Sa-ker-ash > *Sa-Ker-at > Taweret.                                                                         > «zigurate».

 

Ver: TETETLA (***)



[1]"knife," Microsoft® Encarta® 99 Encyclopedia. The Concise® Oxford Dictionary,  9th Edition. (c) © Oxford University Press. All rights reserved.

[2] "Curved Obsidian Knife" "God of Frost". Spelling may also be Itzlacoliuhqui. Also considered as a god of obstinacy and blindness. This deity was worshipped in accordance with certain maize rites and public rituals. Also worshipped and revered as the "God of Cold". Depicted as a faceless being with a large curved knife blade, serrated, protruding from his head. In the Codex Cospiano, this deity is depicted making an offering to the forces of darkness in front of a temple(*30). In the temple sits Tlacolotl, the horned owl, and representation of the deepest evil to the Mexica. -- AZTEC RELIGION - AZTEC GODS (C)1997-99 Thomas H. Frederiksen  DETAILED DESCRIPTION OF AZTEC GODS.

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