sábado, 14 de setembro de 2013

HALDIS, o deus neo-hitita que teria dado nome à caldeia (actualizado a 10/01/2021) , por Artur Felisberto.


Figura 1: Khal-dis o deus leonino da guerra da civilização urarteana.

 

HALDIS

Haldis

(ou Khaldis) era o deus supremo do panteão urarteano neo-hitita e por isso um provável deus da guerra. Formou uma tríade com Teisheba, deus da tempestade, e Shivini / Artinis, deus do sol.

Fosse como fosse o estranho é que K/Haldis seja um deus leonino como só a deusa mãe era nos tempos mais arcaicos pelo que se suspeita de este deus ser uma evolução patriarcal da deusa mãe cretense Kurija / Kertu e romana Cardeia, quanto mais não fora numa variante paralela à deusa mãe suméria Urash de que deriva o nome do deus egípcio, que pelos visto teve entre os urarteanos a variante pascal Artinis que na civilização hitita era Istano.

O templo principal de Khaldis estava localizado na cidade de Musasir, literalmente a cidade das Musas, não muito longe do Lago Urmia nome derivado de *Kur-mi-ja, um monte da mãezinha.

Este templo foi saqueado por Sargão II, durante sua oitava campanha em 714 antes de Cristo, e a estátua do deus foi levada como despojo de guerra. A estela de Kal-eshin, na actual fronteira do Irão e do Iraque, comemora a adopção de seu culto pelo rei Ishpuhini e seu filho Menua. Muitos outros templos lhe são dedicados e muitas vezes são nomeados como Portas de Haldis e casa das armas por estarem adornados com espólios de guerra.


Figura 2: Représentation du temple de Haldi à Musasir d'après un bas-relief assyrien retrouvé à Dur-Sharrukin.

Le grand dieu de l'Urartu est Haldi, qui est à l'origine une divinité obscure originaire du pays de Musasir. Lorsque Ishpuhini s'empare de cette cité, il élève Haldi au rang de divinité tutélaire du royaume, à l'imitation de ce qu'est Assur en Assyrie.

Le choix de cette divinité comme maître de l'Urartu peut paraître comme la volonté de ce peuple de se donner une divinité principale qui lui soit propre. Haldi est représenté comme un homme debout sur un lion. Son temple principal est situé dans la ville de Musasir. Sa parèdre est Bagbartu. Il est le dieu le plus révéré en Urartu, celui à qui s'adressent en priorité les souverains du royaume. Il est le dieu national du pays, qui guide les armées vers la victoire. Son animal-attribut est le lion. Le couple Haldi / Bagbartu est propre au panthéon urartéen. Les autres divinités sont quant à elles communes avec le panthéon hourrite. On trouve ainsi en haut du panthéon le dieu Teisheba, équivalant du hourrite Teshub, dieu de l'orage, se tenant sur un taureau (il est proche du dieu syro-mésopotamien Addu/Adad), célébré dans la cité de Teishebani. Sa parèdre est Huba, l'équivalente de la déesse hourrite Hebat. Ensuite vient la déesse-soleil Shiwini, à rapprocher du hourrite Shimigi, et identifiable au mésopotamien Shamash, dont elle a le même attribut, le disque solaire ailé. On trouve aussi d'autres divinités mineures.

                            ó Cardea > Cor-dis => «coração»

ó Dicordia e Concordia!

Kalli > Kal-Deia > Calida ó Kaledos > «cálido».

                             > Kar + Dis => *Caldis > Haldis > Hal(is).

Entre os principais deuses de Urartu, apenas Haldi tem uma origem verdadeiramente urartiana. A etimologia da palavra "Haldi" ainda não é totalmente clara. A proximidade comprovada entre as línguas Hurriana-Urartiana e as línguas Naj-Dagestani permite especular sobre a relação entre "Haldi" e a raiz "hal-" que em várias línguas Caucasianas significa "céu". Nesse caso, "Haldi" poderia significar "celestial".  No entanto, estudos recentes das línguas hurrita-urartianas não foram capazes de dissipar as dúvidas em torno dessa hipótese.

Hal-dis era literalmente o deus Hal. A sonoridade gótica do nome poderia sugerir uma origem nórdica de tipo indo-europeia, mas, desta cultura centro-europeia primitiva só vieram surtos migratórios posteriores, convulsivos e bárbaros; mais destruidores do que geradores de cultura. De qualquer modo, tal como a grega e a itálica, a cultura gótica terá recebido influências culturais anatólicas precoces pela rota do Danúbio.

*Caldis terá sido um dos nomes do sol antes de ter acabado genérico latino para tudo aquilo que era quente, seguramente por herança hitita, de que deriva o nome dos redundantes «caldos quentes»[1].

Haldi < Khal | Kar-dis = Dis Kur < *Kertu

Bag-bartu < Bag-| Wertu < *Kertu.

Teshub < Te-ish-Ewa = “filho de Ewa” > Te-Shiw-a

Huba < Kuka + at > Hewat > Hekat.

Artinis < Har-Tumnis < *Kertu-Min.

Shiwini < Shiwa-Nino.

Das invocações solares a este deus (> Hal < Heil > Hel > El) deriva o nome comum do deus canaanita El bem como a interjeição de saudação solene germânicas, heil que seguramente deriva da relação da soberania guerreira com o culto ao altíssimo (deus) Kaldis!

                      «Alto» < Lat. altis < Hal-Dis < Kal-dis > Cardis > Cardea.

«Alto» < Italian. Alto < German Halt > Engl. hold < *kel- (?)

Raiz proto-indo-européia que significa "cobrir, salvar" < Ker < Kur.

El sustantivo alto como parada o como orden de detenerse viene en efecto del alemán halt. En cuanto al adjetivo alto, del latín altus-a-um (alto, elevado), este adjetivo no es en origen más que el participio de perfecto contracto (de alitum) del verbo alere (alimentar, nutrir, críar), de manera que en origen designaba altus al que ya había alcanzado su máximo desarrollo por estar ya criado, nutrido y alimentado. De este verbo se derivan también altar, altivo, alimento, alumno, prole, adolescente y adulto, entre otros muchos términos. Procede el verbo de una raíz indoeuropea *al-2 (hacer crecer, alimentar). -- [2]

É duvidosa uma etimologia que ignore que altivo é um mero derivado de «alto». É certo que a etimologia pode dar os tombos mais inesperados, mas como em princípio são os nomes que geram os verbos que por sua vez podem gerar adjectivos o verbo latino alere daria, pelo supino alitum ou altum e logo o particípio altus com o sentido de alimentado, satisfeito (ver por oposição o grego ἄναλτος, analtos (insaciável) e por extinção semântica algo parecido a pesado ou crescido e não necessariamente «alto» porque se é do senso comum que se alimenta o gado para engorda (ver o grego ἄλσος, alsos com o significado de engorda de bois) não se tem imediatamente a noção de que os animais bem alimentados cresçam a olhos vistos em «altura» tanto mais que esta só manifesta na espécie humana tardiamente e depois da adolescência. De facto, nem sequer temos a certeza se termos como «pr-ole, a-dol-escente» partilham a mesma raiz al- uma vez que pelo menos o termo «adolescente» poderia deriva de «dolo» enquanto criança que começa a agir com astúcia. O factos de em latim existirem duas variantes ortográfica para os adolesco e adulesco com o mesmo supino adultum de que derivam duas formas ortográficas latinas adolescens e adulescens (de que só o adolescente vingou nas línguas latinas) deixa-nos a suspeita de que os latinos arcaicos confundiram dois conceitos semelhantes. Uma em que o «adulto» deriva do supino adoleo enquanto pessoa que se tornava adulto sacrificando animais queimados nos altar para que o seu odor subisse até à altura dos deuses e outro em que as crianças se tornavam «adultos» passam pela fase da progressiva perda da ingenuidade adquirindo a sagacidade do dolo.

«Dolo» < Lat. dolus ("engano, patranha")

< Ant. Greg. δόλος (dólos, "trapaça, engodo, ardil").

Assim é mais provável que a semântica de alitus enquanto algo ou alguém nutrido, alimentado e criado se tenha confundido com alguém que cresceu em tamanho físico, estatura moral e «altura» em geral.

Halis é o nome de um rio anatólico em território do antigo império hitita que faria jus ao nome de Haldis ou Cal-dis.

 

Ver: CARDEA (***) & CERES (***)

 

Haverá razão para relacionar Caldis & Cardea com o nome da Caldeia?

Babylonia was the Greek name for the country, derived from the name of the capital city Babylon, this last also a Grecized form from the Semitic Bab-ilu, Heb. Babel, "Gate of God." (…) The land was known to the Hebrews also as Erez Kasdim, "Land of the Kasdim," the second word a variation for Kaldu, Hebraized Kaldim. From this last came the Greek form Chaldea. The Kaldu were the race which controlled the country about 610-538 B.C. A name used by the early inhabitants now called Sumerians or Akkadians was Keengi-Uri, Semitized by Sargon and others into Sumeru-Akkad, ' Sumer and Akkad." Another name, derived from a Kasshite source and appearing in the Amarna Tablets, is Karduniyash. -- [3]


Figura 3: Haldis e a sua esposa Bag-bar-ti em posturas solenes de anjos guardiões das portas do paraíso e inseminador da árvore da vida de Urartu, ambos transportados por leões!

Qual seria a origem do nome deste povo aramaico que tomou conta da Caldeia no século VI antes de Cristo?

Their antecedents remain in doubt. Some scholars suggest that Chaldeans migrated from east Arabia, and settled in southern Babylonia. Their original language, too, remains unknown. What is known is that they spoke Babylonian, but at a later date, like the rest of the country, they spoke Aramaic. Compared to the forty or so Aramean tribes, Chaldeans were concentrated in five tribes. They were, Bit-Yakin, Bit-Dakkuri, Bit-Amukkani, Bit-Shaalli, and Bit-Shilani.

Contrary to Arameans, who lived throughout rural areas of the north and the south of Mesopotamia, and also in Syria and Transjordan, Chaldeans were centered in southern Babylonia, and remained predominant there. [4]

Assyrian have been referred to as Ashuri, Ashureen, Ashuraya, Ashuroyo, Nestorian, Nestornaye, Suraya, Syrian, Syriani, Suryoyo, Suryoye, Jacobite, Aramaean, Aramaye, Oromoye, Chaldean, Chaldo, Kaldany, Kaldu, Kasdu and Telkeffee.

O nome dos assírios foi dominado pelo espectro solar e o de Kaldu terá sido também assim. No entanto, o papel da deusa mãe das cobras cretenses é omnipresente e pode constituir a marca da origem minóica da revolução neolítica.

              Ish-Kur ó *Kar-tu > Kar-du-(niyash) ó Kaldu > Cal-dis > Haldis.

«Fruto» < Phrtuto < *Kar-tu > Pluto.

Orcus < Aurkius < Ur-ki Ush= Ki-Ur-ish > Ish-Kur.

Female Greek Name: Calida, Calli, Callie, Calla, Callista: = the most beautiful.

Assim sendo, tanto Teshub como Kartu eram deuses cretenses que vemos aparecerem na Anatólia porque esta região terá sido a constante porta de entrada do império cretense no oriente desde os tempos sumérios. O termo cassita da babilónia Karduniyash, presente nas cartas de Amarna, parece ser literalmente a transliteração do nome português da serra da «Gardunha» e que, por outro lado, poderia ser um nome metafórico de algo como “as terra das dunas de «cardos», que seriam plantas xerófilas agressivas de Kardu / Kaldis, usadas para coagular o leite e fazer queijo. Por outro lado, Caldis não seria senão Car / Kur, o deus do calor e do fogo dos infernos do Kur, o sol nocturno e por isso também o mais belo durante o dia.

Caldis era a variante urartiana de Iskur, e do latino Dis Pater entendendo-se agora porque tinha também entre os romanos os nomes de Pluto e Orcus. Este deus seria casado com Cardeia e por isso era Jano. Por estranha redundância ou eufemismo para encobrir o carácter tenebroso desta deusa infernal Cardeia teria também chamada por Dis Cardeia, a deusa da Discórdia. Do mesmo modo se fica a saber que o deus do amor do coração seria Cor-Dis e uma mera variante de Caldis. Por isso, é que os Urarteanos consideram Khaldis como seu antepassado, possivelmente na medida em que era o antepassado de toda a civilização caldeia e, talvez ainda, seria a mesma crença, que fazia com que os gauleses se fizessem descendentes de Dis Pater com que Cal-Dis se aparentava. Obviamente que sendo Khaldis uma evolução da deusa mãe leonina seria filho desta que na Anatólia foi Cibele pelo que Bagbar-ti deve ser uma variante desta.

Bag-Bar-Ti = Deusa Bag-Bar, de que derivou o nome da cidade de Bag-dade. Por sua vez Bag-Bar seria literalmente a vaca Wer-et ou Ta-Wer-et...e logo Ki-Wer ou Cibele a deusa telúrica das grutas dos montes.

 Ver: CARDEA (***) & CERES (***) & KALI (***)

THEISPAS

De Teuspas / Teišeba / Teshuba sabemos que foi o antepassado dos deuses jupiterianos relacionados com o deus egípcio Xu, da atmosfera e da guerra, na forma sacramental *Te-Xu-(a)ba, literalmente deus pai do céu e da chuva e uma forma composta de Xu e Pta, também conhecido como Piter no Egipto.

Aba foi o nome do pai até muito recentemente no arameu pelo que negar a influência das línguas semitas na formação das línguas indo-europeias é puro disparate. Quase seguramente as línguas indo-eurpeias eram variantes crioulas das línguas minóicas, perdidas com esta civilização, posteriormente moldadas pelas línguas caldeias e egípcias particularmente durante a civilização hitita e neo hitita urarteana. Assim se da etimologia de Teus-pas, literalmente quase deus pai em grego.

 



[1] Caldo verdes ou caldos de galinha J!

[2] http://etimologias.dechile.net/?alto

[3] The New Schaff-Herzog Encyclopedia of Religious Knowledge, Vol. I: Aachen – Basilians, by Philip Schaff.

[4] Chaldean or Babylonian? Some clarification, By: George V. Yana (Bebla)


clip_image002

Figura 4:  Theispas, numa das suas representações figurativas de deus fertilizador, taurino e “manda chuva”.

Theus-pas (também conhecido como Teisheba ou Teišeba) de Kumenu foi o deus Araratiano (Urartian) das tempestades e do trovão, às vezes também da guerra na companhia de Haldis pelo que formou uma tríade com este e Shivini ou Artinis. As antigas cidades araratianas de Teuseba e Teishebaini foram nomeadas após Theispas. Ele é uma contrapartida do deus assírio Adad, o Deus védico Indra, e o deus Hurrian, Teshub. Ele era muitas vezes retratado como um homem de pé sobre um touro, segurando um punhado de raios. Sua esposa era a deusa Huba, que era a contrapartida da deusa Hurrian Hebat.


Shivini que é Utu na Suméria, Shivini no Hinduísmo, Mitra no Mithraism, Ra no Egito, era Artinis dos arménios, um deus solar da mitologia do reino de Urartu. Shivini, que seria literalmente um diminutivo de Shiva, deus hindu que seria uma mera variante de Teshuva, permite-nos suspeitar como os nomes dos deuses seriam primitivamente teónimos inter permutáveis conforme as circunstâncias políticas e religiosas porque nos coloca na posição desconfortável de ter de identificar Artinis com Theus-pas pondo em causa a tríade urarteana.


Figura 5: Deus Shivini do sol montado num bezerro.

Shivini (cuneiforme romanizado: dši-i-u2-i-ni) também conhecido como Šivini, Šiuini, Šiwini, ou Artinis, Ardinis) era um deus solar na mitologia do reino da Idade do Ferro de Urartu nas Terras Altas Armênias. Ele é o terceiro deus em uma tríade com Khaldi e Theispas. O deus assírio Sha-mash é uma contraparte de Shivini. Ele foi retratado como um homem de joelhos, segurando um disco solar. Sua esposa era provavelmente uma deusa chamada Tushpuea, listada como a terceira deusa na inscrição Mheri-Dur.

De qualquer modo suspeitamos que, Artinis seria um deus solar por ser pascal como Tamuz, Mitra, Adonis, Atis e *Atumnis e que agora suspeitamos ter sido primitivamente Kur-Utu-Min.

Kur-Utu-Min > *Kurtumino > *Hartumnis > Ar-tinis > etrusc. Tinis.

Se Artinis se pronunciava também Ardinis e seria cognato primeiro dos ardumes do calor que faz «arder»...de fogo e de paixão!

«Arder» < Lat. ārdeō, ārdēre, ārsī, ārsum < ???

< Proto-Italic *āzidēō, equivalent to ār(i)dus +‎ -eō

Embora o que arde fique árido e arenoso fazer derivar o ardume da azeda aridez parece etimologia martelada. Pelo contrário, fazer derivar o «ardor» do calor do sol que entre os neo-hititas foi Ardinis, seguramente filho dos ardores e calores de Haldis.

Do mesmo modo podemos assim derivar o nome das Ardenas.


Figura 6: Monthermé entre os meandros do Mosa nas Ardenas.

Arduenna é o nome, provavelmente de origem céltica, duma floresta localizada em torno do maciço das Ardenas (bem como uma deusa celta, Arduinna), citado por Júlio César e Estrabão. Alguns autores modernos defendem derivaria da cor preta porque o céltico Ar'Den significa "a escura" mas escura como Kali seria a deusa Arduinna.

Na mitologia celta, Arduinna (Arduena, Arduina, Arduenna, Ar-dvinna, Ardbinna, Ar-doina) é uma divindade celta da vida selvagem. Ela se tornou uma deusa galo-romana da caça e da madeira, protetora da floresta das Ardenas, às vezes assimilada a Ar-temis / Diana sob o nome de Diana Arduinna.

E depois dos meandros do rio Mosa, onde as musas se encontram com Apolo, o couro solar, & Artemisa, a Corê caçadora, ficamos a ter a inspiração de que Ardinis & Arduina fariam um casal hurrita arcaico de que descendeu esta mitologia.

É interessante saber que o livro de Enoque se refere o seguinte no capítulo 7:

1E aconteceu depois que os filhos dos homens se multiplicaram naqueles dias, nasceram-lhe filhas, elegantes e belas.

2E quando os anjos, os filhos dos céus, viram-nas, enamoraram-se delas, dizendo uns para os outros: Vinde, selecionemos para nós mesmos esposas da progênie dos homens, e geremos filhos.3Então seu líder Samyaza disse-lhes: Eu temo que talvez possais indispor-vos na realização deste empreendimento;4E que só eu sofrerei por tão grave crime. 5Mas eles responderam-lhe e disseram: Nós todos juramos; 6(e amarraram-se por mútuos juramentos), que nós não mudaremos nossa intenção mas executamos nosso empreendimento projetado.7Então eles juraram todos juntos, e todos se amarraram (ou uniram) por mútuo juramento. Todo seu número era duzentos, os quais descendiam de Ardis, (*) o qual é o topo do monte Armon.

(*) de Ardis. Ou, "nos dias de Jared" (R.H. Charles, ed. and trans., The Book of Enoch [Oxford: Clarendon Press, 1893], p. 63).


Figura 7: Apolo, Artemisa e Leto.

Sendo assim, Ars, Ardis seria uma variante de Haldis e o pai, pelo menos da raiz semântica ar-, do casal virtual Ardinis & Arduina, cognato de Artemis & Apolo.

Do mesmo modo clarificamos a etimologia do nome de Leto.

Leto < Reto (= Lusa Reve) < Areto < Karetu < *Kertu.



Sem comentários:

Publicar um comentário